A Minha visão do Feminino Consciente e Sagrado

A Minha visão do Feminino Consciente e Sagrado é holística, contemporânea, ousada e glamourosa.

Glamour é uma palavra de origem escocesa, pois nos tempos medievais, poucos clérigos sabiam ler e escrever e tinham conhecimento de gramática, e para todos os outros, a gramática era associada a práticas ocultas e misteriosas.

Glamour origina-se na palavra “Grammar”,que em inglês em tempos mais antigos significava "encantamento" ou "feitiço"; em escocês a palavra era escrita com a letra L, em vez de R, o que acabou derivou no atual termo "glamour" Ele significa pois, uma qualidade extraordinária numa pessoa, fazendo com que ela pareça muito atraente. Glamour é uma palavra de origem escocesa, pois nos tempos medievais, poucos clérigos sabiam ler e escrever e tinham conhecimento de gramática - grammar - e para todos os outros, a gramática era associada a práticas ocultas e misteriosas.

Glamour é um termo usado para caracterizar (sobretudo) uma mulher  elegante e charmosa; a elegância que é um atributo do Ser, que se plasma no estar e na forma, foi amplamente "atirada" para o mundo d@s top-models, actrizes, ou artistas,da realeza e alta sociedade. Esqueceu-se o poder do seu "encantamento", a força transformadora da sua magia, que quero ajudar a resgatar junto das mulheres, com o meu trabalho. Glamour é o encantamento da sabedoria, do comunicar, expressar do sentir. É o magnetismo do extremo auto cuidado. A minha Visão do Feminino Consciente e Sagrado conecta-nos com a nossa essência feminina, pacifica-nos com o seu poder, batiza-nos com a sua magia e abençoa-nos com o seu magnetismo imenso.

Cada Mulher é um Universo, uma marca, um conto de fadas sempre a escrever-se.

O FEMININO CONSCIENTE é o processo de individuação da mulher, a Jornada arquetípica da Heroína; é como a Mulher aprende a dar à Luz a sua Alma Feminina. O feminino é uma recetividade que cria e nutre o espaço onde a criatividade gera a dinâmica da Vida. Por isso ele é a presença no aqui e no agora, o sim à vida que nos acontece em cada instante.

A MULHER PRECISA APRENDER:

- A aceitar a aventura de ir mais profundamente nas sombras e abismos interiores para descobrir a Luz prateada da sua Alma através da sua própria matéria/corpo.


- A reconhecer o seu valor, para poder ir e vir sem medo de perder ou de separação. A saber que é amada por ser quem É.


- Que, para se tornar inteiramente mulher, precisa confiar na dignidade da sua Alma e na criatividade da sua imaginação.


- A deixar de viver como uma atriz que atua para agradar aos outros, e aprender a viver a partir das suas próprias necessidades e sentimentos, enraizada na verdade dos seus músculos e ossos, (caso contrário será vitima da sociedade aditiva e alienada). Viver escondida atrás de máscaras mata a Alma (e a Vida).


- A Amar-se si mesma, para que o seu amor pelos outros deixe de ser uma projecção da sua própria necessidade de ser aceite. Conhecer-se para renascer  e poder dizer: EU SOU!

Vera Faria Leal

Primeira turma no Brasil aconteceu em 2014.

Ser Mulher e Homem conscientes, um processo integral de evolução contínua. 

Processo que implica localizar, escutar, e confiar na nossa sabedoria interior, tarefas nada fáceis, que são bem explicadas no Mito de Psique e Eros, que tantas vezes psicanalizo nos meus cursos. O trabalho de evolução da consciência por vezes é doloroso, redundante, frustrante... envolve esconder, arriscar, mostrar, ter revelações prematuras e paralisias, mas é também sumamente recompensador.  E ele conduz-nos àqueles momentos extraordinários em que, como acontece como uma obra de arte que "funciona", a clareza e a simplicidade perfeitas que ocorrem, a dádiva da completude, são deslumbrantes!

Vermo-nos a nós mesm@s é aprender a Ser a boa mãe de nós.

A vida são relações, e como fomos vistas/refletidas nos olhos da nossa mãe, mostra o como nos vamos ver a nós e sentir vistas pelo outro. 

"Desejo ser vista".... evolui para: "Sinto-me vista!" (confiança, cura)

Ser vista e ver... a testemunha de si mesma: este processo precisa fazer-se com segurança, o refazer das feridas da infância, e dele o nosso verdadeiro Eu pode emergir, para além do "falso eu" ou "Eu socializado" que obedece a ditames castradores e isolantes, da nossa civilização da pandemia das selfies, que representam a ferida da falta de "ter sido visto" na infância. Isto é particularmente importante no mundo de hoje, onde a imagem substituiu o conteúdo, a substância, pondo em causa os sentimentos genuínos, a experiência e os relacionamentos verdadeiramente significativos, capazes de nos devolver felicidade.

"Desejo ver-me.... evolui para: Eu vejo-me!" (autoamor)

O meu trabalho é ajudar, com a experiência de 20 anos de vivências, formações e sínteses, as pessoas a VEREM-SE e a amarem-se o suficiente para se permitirem SER VISTAS. Esta abordagem é, para mim, também fundamental para todos os que estão no processo de construir uma marca pessoal sólida, enraizada ano Self/Eu autêntico.  Uso muitas técnicas, imagens, (fotografia neste próximo retiro), voz, arquétipos, para nos ajudar a Ver, a Sentir, a Ser e a expressar a nossa autêntica essência-Self. Em segurança, confiança, amor. 

Ser testemunha do nosso sentir e ser, e do dos outros, é crucial para o nosso desenvolvimento como seres humanos. "Sermos vistos" com os nossos paradoxos, na totalidade da nossa experiência permite-nos ver os outros, mesmo os que "não são como nós", no mundo. Ver é preciso para aceitar; aceitar a diferença. Um dos efeitos "colaterais" dos traumas, é a necessidade de fazermos as coisas sozinhos, uma reacção natural ao sentimento de perigo ou negligência eventualmente sofridos na infância. O resgate dessa auto e hetero visão, desse sermos testemunhas, repara as feridas de relação permitindo-nos reconstruir confiança nas respostas do nosso corpo - a presença! - nos outros e na relação com o cosmos, a Vida. Shakespeare disse que "os olhos são janelas para a alma". A prática de "ser testemunha" (de si e dos outros) dá-nos raízes, potencia a concretização, convida-nos a ver com os olhos do coração, e com todos os nossos sentidos. É uma prática que transforma o observador e o observado e ajuda a tornar o mundo, um lugar melhor!

"Desejo ver o outro" (compaixão), evolui para "Eu vejo-nos e a ambos também como um"(unidade).

Este Programa é dedicado a SOPHIA, o Divino Feminino, a Sabedoria primordial…

- O FEMININO CONSCIENTE é o processo de individuação da mulher, a Jornada arquetípica da Heroína; é como a Mulher aprende a dar à Luz a sua Alma Feminina.


- O feminino é uma recetividade que cria e nutre o espaço onde a criatividade gera a dinâmica da Vida. Por isso ele é a presença no aqui e no agora, o sim à vida que nos acontece em cada instante.


 Este curso aborda, ainda:


- Psicologia arquetípica e do Feminino (as Deusas em Cada Mulher); A Jornada da Heroína ou como a mulher cumpre o seu destino/processo de individuação;


-  Análise psicológica de contos de fadas e mitologia;


- Conhecimento das antigas sociedades matriarcais; patriarcado; o que é a Espiritualidade Feminina e o Sagrado Feminino emergente. Mulheres e homens do séc. XXI: integrados, inteiros e conscientes; o Relacionamento Sagrado;


- Aprendizagem sobre ciclos, rituais de passagem e celebrações ao longo da Roda do Ano (conexão com os ciclos naturais, solar e lunar);


- Princípios de Coaching com base no ciclo menstrual. Sexualidade, maternidade e menopausa à luz do sagrado feminino;


- O que é o Feminino e o Masculino na mulher. Como trabalhar bloqueios das energias Yin (feminina) e yang (masculina) no corpo. Nova relação entre o feminino e o masculino, na mulher e no mundo;


-Os 9 arquétipos do feminino: virgem, amante, mãe, anciã/sábia, rainha (líder), sacerdotisa, musa/criativa, guerreira e sereia: como ativá-los para nos tornarmos mais ricas e plenas.

 OS PRESSUPOSTOS
A repressão milenar do feminino levou o nosso mundo à beira dum colapso civilizacional; a reemergência dos valores do feminino nas mulheres, homens e na cultura, são a transformação requerida na próxima era, a dança que cada um de nós precisa saber manter. Na sequência do movimento mundial crescente sobre o sagrado feminino, com pioneiras nos EUA e alguns países da Europa, este trabalho oferece este conjunto de ensinamentos e práticas de importância inequívoca no desenvolvimento da consciência, aprofundamento do auto conhecimento e potenciação dos dons e expressão criativa das mulheres. Vamos aprender sobre os novos mitos emergentes que nos orientam nas mudanças que precisamos fazer AGORA, para mudarmos a vida e alcançarmos consciência e o nosso verdadeiro poder pessoal!

Alguns testemunhos:

"O Curso da Vera ofereceu uma viagem profundamente preparada que incluíu muita pesquisa e combinou uma bela mistura de conhecimento mitológico com uma sabedoria que nós mulheres precisamos viver no dia a dia para termos uma vida plenamente iniciada. Senti uma cascata de inspiração e uma coneção com o "tempo" da minha alma feminina durante o workshop, que levarei comigo para sempre."

Katie Hoffner, ativista internacional.

"O trabalho da Vera Faria é maravilhoso, profundo e abrangente na sua ligação de saberes".

Joan Cichon, universitária e investigadora norte americana, especialista na obra da mundialmente famosa arqueomitóloga Maria Gimbutas.

LEIA COM O CORAÇÃO ESTE MANIFESTO DA MULHER. SE SENTIR RESSONÂNCIA, VENHA PARTILHAR CONOSCO ESTA JORNADA!


A MULHER PRECISA APRENDER A:

  • Aceitar a aventura de ir mais profundamente nas sombras e abismos interiores para descobrir a Luz prateada da sua Alma através da sua própria matéria, que o o seu amado corpo.

  • A reconhecer o seu valor, para poder ir e vir sem medo de perder ou de separação. A saber que é amada por ser quem É.

  • Para se tornar inteiramente mulher, precisa confiar na dignidade da sua Alma e na criatividade da sua imaginação.

  • Deixar de viver como uma atriz que atua para agradar aos outros, e aprender a viver a partir das suas próprias necessidades e sentimentos, enraizada na verdade dos seus músculos e ossos, (caso contrário será vitima da sociedade aditiva e alienada). Viver escondida atrás de máscaras mata a Alma (e a Vida).

  • A aceitar a beleza madura do Outono, pois só ligada à Alma saberá envelhecer com sabedoria, entrega e desapego, e um dia também contemplar a dignidade da morte.   

  • A Amar-se si mesma, para que o seu amor pelos outros deixe de ser uma projecção da sua própria necessidade de ser aceite. Conhecer-se para renascer  dando-se à Luz a sua alma feminina e poder dizer: EU SOU!

Vera Faria Leal, com amor.

Porque é que os homens também precisam MUITO deste trabalho?

O MASCULINO CONSCIENTE, PRECISA:

RESGATAR O “HOMEM VERDE E O ARQUÉTIPO DA NATUREZA SELVAGEM”;

INTEGRAR O ARQUÉTIPO REPRIMIDO DE DIONÍSIO;

INTEGRAR A SUA ANIMA-ALMA FEMININA.

"O Masculino Consciente aprende a desenvolver e a confiar na sua intuição, a expressar afetos e emoções, e está ao serviço do valor mais sagrado: a Vida.  
O masculino interno na mulher é o animus (termo popularizado por Jung); os homens têm feminino interno (anima) e também tem dimensões masculinas negativas e positivas. O nosso mais elevado Self (que é o nosso Eu divino essencial, transpessoal, espiritual) contem a matriz para o nosso animus positivo, curado, inteiro, na sua forma mais equilibrada. Para acedermos a ele, temos que trabalhar o nível da personalidade, temos que transformar o masculino negativo, programado internamente devido às feridas da infância, no nosso bem-amado interior... O masculino consciente não é só aquele que coloca o ego ao serviço dos valores transpessoais da sua dimensão transpessoal, espiritual... mas também que integra os vários níveis da sua alma feminina... Ele é ainda, o homem que se conecta com o seu instinto e poder fecundador – o arquétipo do Homem Verde, e se rende profundamente ao êxtase da encarnação, ao prazer da experiência de habitar um universo sensorial onde, como Dionísio ensina, a presença do espírito vibra em cada átomo do nosso corpo-templo. " Excertos do livro de Vera Faria Leal: ORÁCULO DO SAGRADO FEMININO.

O Complexo Materno Não Resolvido, no Homem, causa imensas dificuldades na relação com a sua Anima - parte feminina da sua Psique, e por conseguinte, com as suas relações com mulheres (e não só).

O complexo materno, é a ideia de mãe carregada de afetividade, existe em todos nós, experienciado como necessidades de carinho, proteção e ligação. Se esta vivência foi positiva, será projetada para a vida como esta sendo boa, nutridora, e tenderemos a sentir-nos amados e protegidos. Se foi difícil, vamos criar defesas, resistências a sentir, e tendemos a ser “desenraizados”, sobreviventes em maior ou menor grau. No homem, este complexo materno não resolvido traduz-se numa maior ou menor dificuldade em se relacionar com a sua anima, a sua contraparte feminina inconsciente ou como lhe chamo, a sua alma feminina. Esta é o arquétipo do relacionamento interno, é a intermediadora do contato do ego com o mundo interno e a qualidade deste contato determina a qualidade dos relacionamentos do homem com o mundo externo. A anima quando integrada e reconhecida num homem, capacita-o a aprofundar o seu autoconhecimento e funciona com uma guia-psicopompa entre mundos, que o conduz nas profundezas do seu inconsciente, promovendo a relação entre o seu eu e os outros fundamental pois para o processo de individuação. A Alma feminina do homem, dá-lhe vida, aumenta a sua intuição, aprofunda a sua existência e a disponibilidade para os relacionamentos, confere sabedoria, empatia, paixão e vontade de viver! O paraíso. Quando não integrada nem reconhecida ela mobiliza inconsciente e negativamente os afetos e emoções do homem. Torna-se a sua maga negra interna, a sua femme fatale devoradora, a mãe castradora interna e todas estas formas da sua anima serão projetadas para fora nas suas relações. Um inferno.

O homem assim “possuído” pela sua anima, pode tornar-se excessivamente sensível, irritável, de humor instável, ciumento, vaidoso e desajustado. Pode chegar a ser patologicamente violento e criminoso. Estas projeções carregadas de raiva, atribuem muitas vezes à sua mulher, as suas próprias perturbações, inseguranças e mau humor. Rapidamente a mulher que era uma deusa se transforma na bruxa má.

A paixão, esse fascínio, é uma projeção que a nossa natureza nos oferece (o homem projeta a sua anima feminina para “cima da mulher” que enganchou na projeção/paixão e vice-versa) pois só através dos relacionamentos podemos reconhecer e integrar os aspectos inconscientes nossos.  Mas essas relações exteriores são da mesma qualidade da relação do homem com a sua anima (alma feminina).

Os relacionamentos amorosos exigem muito trabalho, consciência, disponibilidade, para amadurecerem e serem vividos positivamente.

Quando o homem vive inconsciente da sua alma feminina, é também muito danificada a sua relação com o trabalho e o mundo.  Quantos homens de negócios (e não só) aparentemente “fortes” que “de um momento para o outro”, sem explicação racional/objetiva, são dominados por estados emocionais intensos e completamente distintos da sua habitual postura/persona. O homem líder transforma-se num menino que faz birras, dominado pela “mãe negativa interna”.  Tão comum e dramático… Carl Jung disse que sobretudo a partir da meia idade, depois de estar muito ocupado com os objetivos materiais da vida, se o homem não se conectar com a sua anima, vai diminuir significativamente a sua humanidade, vitalidade, afetividade positiva, flexibilidade. Prematuramente envelhecido, coração empedernido, atitude obsessiva, esta rigidez pode provocar demências, esclerose, doenças várias, e resignação, grande cansaço, irresponsabilidade, imaturidade “galopante” e aumento muito perigoso dos vícios como o alcoolismo. Paradoxalmente, após a meia idade, na arquetípica fase em que o homem está no auge da sua realização exterior, é quando ele é mais intensamente possuído pelos seus complexos e possessão inconsciente da anima. Pode deprimir-se e escutar diariamente na sua cabeça, aquela “mãe devoradora” interna que o acusa do que ele não foi capaz de fazer, aponta os seus fracassos, tenebrosa e implacável. É a imagem viva na sua psique, da sua negação, inconsciência e do seu fracasso em lidar com a dimensão interior da vida, a sua alma feminina, a sua dimensão espiritual.  

 

Precisa de mais motivos para vir trabalhar-se???

O MASCULINO CONSCIENTE, PRECISA: RESGATAR O “HOMEM VERDE E O ARQUÉTIPO DA NATUREZA SELVAGEM”

"O homem verde é essa energia do espírito, essa presença inerente em cada célula do reino vegetal, que é transmitida ao reino animal e ao mundo humano através do alimento que nós comemos." Recentemente, o "homem verde" experimentou uma redescoberta, tendo atraído a atenção de artistas modernos e dos novos movimentos espirituais.
O seu rosto coberto por folhas associa-o ao Senhor dos animais, à fertilidade, ao aspeto selvagem e indomesticado da natureza. Na tradição medieval, ele está associado tanto à série de ritos populares que celebram a "renovação da natureza" (os ritos primaveris do S. João Verde, a festa popular de Maio, a festa da Primavera) quanto aos "rituais de purificação" dos campos e doenças das plantas que necessitam de ser exorcizadas no final do inverno com o homem silvestre representando o triunfo da luz durante o solstício de verão. A associação da sua folhagem ora com a primavera e a renovação, ora com o outono e com a morte reforçam essa interpretação do "homem verde" como um símbolo do ciclo natural do nascimento-vida-morte-vida. Era o guardião do portal para o mundo espiritual. Simboliza os mistérios da associação profunda entre morte e renascimento.
 
O homem patriarcal moderno, “domesticado”, vivendo num “excesso de civilização, cidade, cimento e “racionalidade”, perde vitalidade, criatividade, paixão, sentido e autoconhecimento. Evoluir é um processo de integração que requer abraçar o humano e o animal; a civilização e a natureza, o espírito e o instinto. Aliás, só com a ativação do instinto pode a espiritualidade ser completa e autêntica.

A REPRESSÃO DE DIONÍSIO

Dioniso, o "anti-polis" senhor de muitos nomes, tais como: "o delirante", "o murmurante", "o fremente". Associado pelo partriarcado ao vinho e à loucura, deriva de um outro deus, mais antigo e tem um lugar central nos mistérios órficos nos quais se celebra o seu casamento sagrado com a Mãe Terra. Na Grécia antiga os agricultores ofereciam sacrifícios a "Dionísio das Árvores", para assegurar a fertilidade dos campos. Deus da vegetação, da vinha, do vinho, dos frutos, da renovação sazonal. Senhor da árvore ele é aquele que distribui alegria em profusão… Dionísio é também o princípio e o senhor da fecundidade animal e humana. Denominado, Falen ou Falenos, a procissão do 'Phallos' ocupa lugar importante em muitas das suas festas que eram também conhecidas pelos excessos de várias naturezas. É um arquétipo difícil de “engolir” pela nossa civilização patriarcal controlada e controladora, que o rejeita e projecta nos bêbados, irresponsáveis, indomáveis perigosos para a sociedade.  A sua ambivalência essencial - como portador da vida e da morte – assusta e incomoda o mind set da nossa civilização linear e que rejeita “morrer”, desconfiando profundamente do “caos” da natureza que Dionísio evoca e estimula. Também a liberdade existencial ”indomável”, como uma fidelidade a si  que ele representa é uma ameaça ao patriarcado que controla pelo medo e pelo poder sobre o outro.
O homem contemporâneo, sem esta dimensão da ciclicidade cósmica e essencial da vida, que nos ensina o sacrifício contínuo de partes de nós que precisam tornar-se composto para que desse húmus renasçam outros aspetos nosso, não pode ter revitalização da existência e da vida. Um dos símbolos de Dionísio era o touro, que precisamente aparece ameaçador e destrutivo nos sonhos dos homens que reprimem os seus instintos, energia, sexualidade castrada. Um dia, “o touro” vai reclamar o seu lugar na vida do homem, sob a forma de vícios terríveis, ou sintomas que podem ser muito graves e terminais – o desfecho trágico por não ter conseguido integrar esta dimensão fundamental da sua natureza humana e animal, simbolizada no arquétipo do Deus grego Dionísio.

Carta de DIONÍSIO, do baralho do livro "ORÁCULO DO SAGRADO FEMININO" de Vera faria Leal.

Quem é Vera Faria Leal?


Vera Faria Leal é licenciada em Relações Internacionais, frequentou Mestrado em Sociologia e trabalhou durante vários anos na Banca em Relações Públicas, Comunicação Institucional, Marketing e Sistemas de Qualidade.

 

Escritora e especialista em desenvolvimento humano, tem várias obras e CD`s editados, em Portugal e Brasil.

 

Oradora internacional, autora do DVD de desenvolvimento pessoal: O SEGREDO PARA ALÉM DE O SEGREDO.

 

Faz Aconselhamento Astrológico e criou o Curso de Astrologia Vivencial e do Resgate das Deusas no mapa Astral, no Centro Quíron.

 

Diplomada por Louise Hay, foi Formadora de Facilitadores do Método Louise Hay no Brasil e em Portugal, de 1999 a 2019.

 

Conta com diversas participações televisivas, na rádio e imprensa e criou o seu Método: WISDOM COACHING INTEGRAL® de Desenvolvimento Pessoal e Transpessoal.

 

Pesquisadora de arquétipos, mitos e contos de fadas, criou o a ESCOLA DO FEMININO CONSCIENTE E SAGRADO©, que realiza na Europa, América do Sul e Ásia. Criou ainda o curso MISTÉRIOS DO MASCULINO.

 

Facilitadora de SoulCollage® desde 2014.

 

Fundadora em Portugal (2004) do movimento espiritual internacional: "Humanity`s Team - Juntos pela Humanidade", criado nos EUA por Neale Donald Walsch.

 

Afiliada da Marion Woodman Foundation pela BODYSOUL EUROPE.

Data: 31 de outubro a 03 de novembro de 2019 (quinta-feira a domingo).

Vagas são limitadas.

CONTATO

Rua Adolfo Schenkel 1235

São Sebastião do Caí, RS - 95760-000

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Tel: (51) 99858-4574

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© 2018 por Claùdio Tenrôler.

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